
Pra começar, achei o maior fracasso a retrospectiva do Globo Repórter. Por isso é que eu não assisto ao programa. Neeeem. Ainda dei crédito para este, mas que decepção. Mas não vou falar disso não. deixa isso pra lá.
E como o ano acaba hoje, pois amanhã viajarei pra recarregar, vou deixar uma retrospectivazinha pra você. Lásserrai:
Remédio do ano: Betacortazol (o tal do Elocon não estava resolvendo meu problema de alergia. O beta foi tiro e queda!);
Frase do ano: Se meta não;
Bebida do ano: Absolut (tomei umas doses de Orloff quase morro no outro dia. A gente vai se acostumando com coisa boa);
Roupa do ano: Calça da VR ( minhas colegas de trabalho me deram de presente. As bichinhas, achavam que eu não tinha coragem de dar 300 contos numa calça...KKKKKKK. Valeu gatinhas)
Boa ação do ano: ajudar colegas a se firmarem profissionalmente;
Viagem do ano: acho que essa que se inicia amanhã;
Show do ano: Maria Rita. Não pelo show, mas pela noite;
Festinha do ano: meus aniversários, no trabalho, no camarão, aqui em casa;
O que não deu certo: aquilo que achava que ia dar... Não deu? Não deu! Tem uma música que Paula Lima canta que resume: “Aluguei uma roda-gigante só pra ela, mas se ela não rodar, isso é problema dela.” Tipo isso.
O que deu certo: minha vida financeira melhorou um bucadim. Mas nada de me pedir mil emprestado.
Pessoa legal que conheci: MChaves
O que tentei resgatar, mas não deu certo: noitadas em boates
O que tentei resgatar e deu certo: ler todas as noites. Só estava lendo livros técnicos. Agora, minha biblioteca está avançando;
O que ficou um pouco pra trás: Assis;
O que nunca falhou: os amigos;
O que falhou: a bateria do meu carro. Quase que fico na Heráclito Graça. Pense!
Arrependimento: não ter ido ver a doida no Morumbi;
Reconhecimento: homenagem, nome de turma;
O que ouvi: cantores de vanguarda
O que deixei de ouvir: flasback
O que me obriguei a fazer: escrever pra este blog, mesmo que quase ninguém o leia. Mas, não to nem aí.
O que fica de tudo isso: pra vc que está em Fortaleza, reze pra que os fogos da Luizianne deem certo desta vez.
Inté 2009.
X.
Remédio do ano: Betacortazol (o tal do Elocon não estava resolvendo meu problema de alergia. O beta foi tiro e queda!);
Frase do ano: Se meta não;
Bebida do ano: Absolut (tomei umas doses de Orloff quase morro no outro dia. A gente vai se acostumando com coisa boa);
Roupa do ano: Calça da VR ( minhas colegas de trabalho me deram de presente. As bichinhas, achavam que eu não tinha coragem de dar 300 contos numa calça...KKKKKKK. Valeu gatinhas)
Boa ação do ano: ajudar colegas a se firmarem profissionalmente;
Viagem do ano: acho que essa que se inicia amanhã;
Show do ano: Maria Rita. Não pelo show, mas pela noite;
Festinha do ano: meus aniversários, no trabalho, no camarão, aqui em casa;
O que não deu certo: aquilo que achava que ia dar... Não deu? Não deu! Tem uma música que Paula Lima canta que resume: “Aluguei uma roda-gigante só pra ela, mas se ela não rodar, isso é problema dela.” Tipo isso.
O que deu certo: minha vida financeira melhorou um bucadim. Mas nada de me pedir mil emprestado.
Pessoa legal que conheci: MChaves
O que tentei resgatar, mas não deu certo: noitadas em boates
O que tentei resgatar e deu certo: ler todas as noites. Só estava lendo livros técnicos. Agora, minha biblioteca está avançando;
O que ficou um pouco pra trás: Assis;
O que nunca falhou: os amigos;
O que falhou: a bateria do meu carro. Quase que fico na Heráclito Graça. Pense!
Arrependimento: não ter ido ver a doida no Morumbi;
Reconhecimento: homenagem, nome de turma;
O que ouvi: cantores de vanguarda
O que deixei de ouvir: flasback
O que me obriguei a fazer: escrever pra este blog, mesmo que quase ninguém o leia. Mas, não to nem aí.
O que fica de tudo isso: pra vc que está em Fortaleza, reze pra que os fogos da Luizianne deem certo desta vez.
Inté 2009.
X.




Domingo é aquele domingo. O descanso da canseira da sexta e da ressaca do sábado, o sol mandando ver e o Faustão. Ah! O famigerado Faustão. Pra mim, domingo é dia de ficar em casa e, no máximo, um programinha light (pois os “rardes” fiz nos dias que o antecede).



Já faz um ano que tento perder 2kg. Confesso que isso não é meu “sonho de consumo” e nem meu assunto predileto. Aliás, peso nunca foi um problema pra mim. Não mesmo! Mas os tais dos dois quilos estavam dando um trabalhinho...


Faz tempo que não escrevo algo que realmente possa ajudar na vida prática dos meus três leitores. Como já deixei de viajar na maionese faz tempo, concentro-me agora somente nas viagens que perpassam a realidade (eita!). Viajo amanhã pra BSB e já organizo minhas coisas 3 dias antes. Mas como eu gosto de inventar, já passei na Eliene para ela fazer o “imbanhado” de uma calça que eu nem vou usar lá. Se bobear, nem a levo. Coisas minhas, coisas minhas.
Chega terça-feira e eu começo a me tremer. Elas vêm chegando: minha faxineira e a terceirizada. É... Minha faxineira terceiriza sua irmã para o trabalho mais pesado! Globalização, este é o nome!
Sempre quando alguém fala que vai morar sozinho dou a maior força. E tenho meus motivos:
%5B1%5D.jpg)


Sentí o tempo passar quando entrei numa loja e vestí uma bermuda de surfista. Nem parei de frente ao espelho para refletir sobre a cena que ví na minha frente. Acreditem: só parei agora! Isto é, foi há um ano e meio ou mais um pouquim. Relembrei a cena e me deparei com uma inquietação 9eita!): que não sou, e nunca fui , um garotão. Vixe como o tempo urge...








Lembro-me quando fazia piqueniques na minha infância. Não era igual ao do Zé Colméia. Mas bem que a gente tentava. Eram os famosos guisado que fazíamos na casa da Gardênia ou na casa do Edson. Fazíamos comida de panela: arroz etc e tal, com fogagueiros. Pense na gororoba. O que valia era a folia.