quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Ande Tonha II

Sem introdução porque eu tô cansado pra dedéu. Veja as últimas que eu pincei do meu vocabulário:
- E o pastel de carne de alma?
- Peguei a bolacha do chão e comi pra não dar gosto ao cão;
- Pega aí uma xirquinha pra eu tomar um cafezim; - Tá por conta do cão;
- Aí ele me disse que ia e num sei quê mais lá...
- Só vou entrar no show na hora do pobre;
- Fulano é cú doce, gasturento, inxirido, garapeiro, berel, acanaiado, presepeiro, desunerado, marmotoso. Só quer ser as pregas;
- Não aleija a música;
- Ta faltando só uma peinha de nada;
- Ficou só o sobejo no copo;
- Fui eleito o homem mais pirroto do mundo. Aliás, pirrototim;
- Perainda que eu vou dar o grau no meu conga all-collor;
- De primeiro quando não existia internet eu ficava só brechando o povo dando uma e pinando;
- Tinha uma reca de gente lá na praça;
- Ô baitinga derrubado. Não chega nem aos pés do outro lá;
- Botou a perder a comida. Deixou tudo salgado. Vou ter que dar o grau pra ver se melhora. Se não der, vou ter que rebolar no mato;
- Esse aí não levanta nem falso;
- Vou limpar a vista lá no sambão do Arlindo;
- Tô com uma dor na pá e uma tremura no caroço do olho. To só o oco, só o buraco e a catinga.
- Eu era magro que nem seis horas e assovio de soim;
- Arranquei o queixal no dentista;
- Ô coceira no boga. Será que é oxiúros?
Eu já gosto dessas coisas do tempo do bumba...
O que ficou de tudo isso: Vixe como tá tarde. Eu vou é agarrar no sono.
Inté
X.

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