Todos têm medo. Todos acham que é uma roleta russa. Todos acreditam, no fundo, que não vai a acontecer consigo.Da janela da minha casa, vi uma blitz ser montada bem no meu portão. Isso é que é sorte. Isso é que é patrulhamento. Tava com um amigo cantando no videokê e... tomando umas aqui em casa. Sorte que eu bebi pouco, comí chocolate e dormi um pouquinho antes de ver a blitz.
Na verdade, ela estava antes do meu portão, de modo que, ao sair de casa não me pegaria. Ledo engano, ao dobrar a esquina, lá se estava: outra blitz. Putz! E claro que fomos parados. “Documentos, ligue as setas, aperte o frio....”. Atrapalhei-me todo e o resultado foi um convite pra sopra no bicho. Meu amigo tava que não cabia um navio de lado. Fui à mesa do DETRAN e ele ficou do lado, tipo curioso. O homem perguntou se eu me recusaria e falei que não. Me mostrou o bicho, dizendo que era descartável e coisa e tal e lasquei a boca numa respiração intercostal diafragmática. Suspense e alívio: vi o 0,00 de álcool no meu sangue no visor do bicho. Uma maquininha imprimiu o resultado e eu pedi pra mostrar pros amigos. Foi negado. O homem me deu parabéns. Fiquei pensando por que...
O resto da noite foi regada à comemoração, sem álcool. A Líber não sai dos meus sonhos. É o jeito, é o jeito.
O que fica de tudo isso: parece que virei expert em oficializar as lendas urbanas. Agüento não.
Inté.
X.
O que fica de tudo isso: parece que virei expert em oficializar as lendas urbanas. Agüento não.
Inté.
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