Mas a Eco-era chegou pra mim depois da Tissunami das Filipinas. Mininu, fiquei preocupado, visse?! Tudo pra mim é a tal da onda. Se ela chegar aqui no Ceará, babau. Só o Flavim escapa (claro, tá em BSB...). Acho que foi daí que iniciaram as minhas práticas ecológicas. Não virei um eco-chato, mas tenho feito a minha parte:
1. Procuro não desperdiçar água. Meu carro ta só a misericórdia. Parece que acabou de chegar do Saco Verde tão cheio de lama que ele tá. Lavo-o apenas quando vou cortar o cabelo lá no Erasmo Beauty (R$ 7,00 = cabelo; R$ 4,00 = lavagem, do carro; R$ 1,50 = estacionamento, e estamos conversados). Isso de 20 em 20 dias, por aí...;
2. Tenho uma ecobag. Verdade! Só que não tenho coragem de usar. Mas com o tempo, me acostumo. Ainda acho estranho eu chegar ao Jumbo com uma sacola ecologicamente correta. É close demais. Tô amadurecendo a idéia. Aguardem;
Roupas sintéticas eu não uso mais, pois me dão alergia. Aliás, quando ficam ao sol nos deixam com cheiro de calango;
3. Evito ao máximo desperdiçar papel. Eu adorava pegar uma folha inteira de ofício e escrever só uma besteirinha nele. Fico pensando a quantidade de índios que eu deixei no sol, sem árvores. No trabalho sempre falo de papel reciclado. Só que é mais caro, né? Daí, já viu;
4. Tenho utilizado mais álcool no meu carro. E menos em mim;
5. Assisto aos programas e documentários da Globo News sobre o tema. Às vezes acho que a turma exagera nas tintas da desgraça. Na dúvida, vou reciclando o que posso: reutilizo copo descartável e garrafa de água plástica, uso sabão biodegradável e economizo energia ao máximo;
Pra quem não lembra, fui/sou um eco-desing!
6. Faço coleta de lixo diferenciada. Tenho um cesto e dois sacos (frase estranha, né?). Lixo seco e lixo orgânico. Minha dúvida é: papel higiênico usado é lixo seco ou orgânico? Na dúvida, via no orgânico, afinal...
Na onda das pessoas-fruta, daqui a pouco virarei o Xaxá-cajarana de tão ecológico. "Coisas da vida / Mudanças de opinião..."
O que ficou de tudo isso: Para marcar a real entrada na Eco-era tô aguardando aparecer uma eco-banda cantando um eco-forró maneiro para ser o divisor de águas. Talvez a versão de “Amazônia”, do Rei Robexto Carlo. Já “pensasse”?
Inté.
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