Como ser uma pessoa globalizada se não consigo me livrar deste vocabulário:- Ô sujeita buliçosa escapou fedendo de uma surra. Deu no pira, capou o gato, tirou os calços. Quando dei fé, tava o canto mais limpo;
- Não vale um cibazol;
- Eita pau;
- O cafuringa tem um frivião. Não para quieto. Vou dar um cagaço nele;
- A cunhã despombalizada merece um salga e um sabacú;
- Quando meu irmão nasceu eu fiquei no canto;
- Matei o verme;
- Meu desodorante não está mais chiringando;
- Ele só faz presepada. Vou dar uma xulipa nele;
- Mininu, sai da minha cozinha e vai brincar de balengo-tengo, vaí;
- Derdeonte uma parenta minha chora porque arrancou o chaboque do dedo;
- Só deu pra minha radiola;
- Aperta no biloto e balança o birimbelo;
- Tem uma roncha encima do calombo;
- Ô minino cabueta. Cagou o pau;
- É bem capaz deu ir...;
- Eu me destaquei até o Parque Dois Irmãos com mais de mil;
- Então se brá!;
- Só quer ser o maioral;
- Cheguei na rodoviária dos pobres, que é lá na caixa-prego, com gosto de gás;
- Tem é zé deu sair hoje de casa;
- Tá é pebado;
- Cheguei lá como quem não quer nada;
- Virei bundacanasta e fiquei todo discatitado;
- Tão biito. Parece que vai votar;
- Tá sem cueca? Tá no osso?
- Vamo laculá?
- Ei cão, pega esse negócio e bota dentro daquela coisa e diz pro menino levar bem ali assim.
Eita, se você se “indentificou” com alguma destas pérolas, então se pronto! Mas eu gosto mesmo é dizer que o povo tá “bacana”! Que lembra “tabacudo”, que lembra todas aqueles sinônimos para a “pissiguida”. Mas este é um outro depto. Estórias pra mil posts.
O que ficou de tudo isso: tava em BSB quando a moça apontou para uma outra com o beiço inferior associado a um movimento anterior de cabeça. Tem coisa mais Ceará?
Inté
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