segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O que o bicentenário de Chopin tem a ver com o que escreví?

É um período gostoso este períneo entre o Natal e o Reveillon. Só se fala em festas, presentes, comidas. Até na China, que só tem 2% de católicos, é esse fuzuê. Lá, pelo que sei, o que conta mais é "ocidentalizar-se" e não o verdadeiro espírito de Natal. Excetuando a correria capistalista desmedida e não esquecendo do motivo maior do Natal, confesso que, neste ano, eu estou curtindo este período.
Talvez, porque 2010 foi um ano muito produtivo;
Talvez, porque eu tenha fortalecido amizades;
Talvez, porque tenha me permitido;
Talvez, porque eu tenha me tornado mais claro naquilo que quero;
Talvez, porque tenho aprendido a relaxar mais;
Talvez, porque não tive expectativas pr'este ano;
Talvez, porque voltei a escrever aqui;
Talvez, porque tenha tirado onda com meu próprio modus vivendi;
Talvez, porque procurei não querer dominar o mundo;
Talvez, porque meus cabelos brancos são alvos dos maiores elogios;
Talvez, porque perdí e soube ganhar com isso;
Talvez, porque fiz uma viagem que me renovou;
Talvez, porque ouví boas notícias;
Talvez, porque soube dizer não com mais facilidade;
Talvez, porque, em muitas vezes, saí da minha zona de conforto.
Pra um capricorniano escrever 15 vezes "talvez" é o mais claro sinal de que há, sim, uma interrogação no meio de seu coração de leão.
Como eu falei lá na outra rede social, isso me acalma, me acolhe a alma.
E como não sou mais um moleque, talvez este meu bem-estar venha da sabedoria da idade. É, um dia eu teria que dizer isso: o dia foi hoje!
O que ficou de tudo isso: sem ser presunçoso, mas sem música, Psicanálise e Filosofia a vida estanca.
Inté.
X.


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