Acredita que eu acordei e não lembrava que era dia de votação? Dá pra imaginar o tamanho da minha empolgação... Acordei lá pelas 8h, depois de uma festinha na Fatchinha, e fui pegar os números dos "canidatos" na infernet. Acabei esquecendo o do governador e lá na hora fiquei frescando na urna até acertar (só criando embaraço para os cidadãos para este momento cívico! A fila tava quilométrica).Votar depois do trilho (que agora não existe mais fisicamente, apenas uma linha imaginária como o Meridiano Greenwich) é sempre uma emoção:
1. Encontrar os conhecidos de infância e perguntar:
1.1. Você casou?
1.2. E esses cabelos brancos?
1.3. Tua mãe ainda tá bem durinha, né?
2. Ouvir milhares de idéias de como os mesários poderiam trabalhar mais rapidamente;
3. Ficar do lado da Carlileide e ouvir todos os seus telefonemas pras amigas dizendo que vai votar na Dilma;
4. Encarar a maior seção da zona em que voto;
5. Ver duas conterrâneas amigas (uma da autra e não minhas) discutindo na fila por causa do Bolsa Gás;
6. Chupar um picolé Pardal e votar com as mão toda melada;
e 7. Escutar um bom e sonoro "Eu tô fincado é dooooida";
Mas, apesar de tudo, entendo que é um exercício de cidadania e, que apesar de ter escutado milhares de idéias sobre como votar pela internet lá na fila, acredito na importância em sair de casa e exercitar o civismo.
Vou na boa. Queria ir empolgado, mas não deu.
Fiz o que pude, ví o que queria e vamos ver no que vai dar.
O que ficou de tudo isso: Esse negócio de votar em Tiririca é muito 2004.
Inté.
X.
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