quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

21 de abril - Dia de Tiradentes

Dentista é um profissional no qual o imaginário coletivo criou certa resistência. Confesso que não fui feliz com muitos deles, mas agora tudo voltou às brancas nuvens. Aos brancos dentes (apesar dos meus não serem bem branquim)
Lembro-me que, quando criança, minha mãe prometia uma caixa de canetinhas silvapen se eu fosse ao dentista. Veja só: a pirralhada queria bombom e eu canetinhas. É um artista nato o garoto! Assim foi minha infância chorando na cadeira do homem de branco. Passei por mãos nada suaves e por procedimentos nada adequados. Sofri um bocado. Sem falar no Flavim que quebrou meu dente quando jogávamos golfe.
Aí, veio a idade adulta e eu já havia passado por todos os procedimentos odontológicos, por todas as disciplinas de um curso de Odontologia: amálgama, resina, extração, canal, porcelana, jaqueta, extração de cisto, dente incluso... Só falta eu colocar aparelho ortodôntico pra juntar meus dentes inferiores. Eu, um coroa, de aparelho.... Ômeudeus....
Sou mesmo uma tese odontológica! Fotopolimerizador, mocho seat-ball, negatoscópio, carpule inox dobrável, pinça microhemostática com ponta curva e indicador biológico à vapor são músicas aos meus ouvidos.
Nesta semana fiz a avaliação anual e lá se vai eu fazer clareamento (outra coisa que faltava, desculpe). Acho que tenho mais de 1.000 horas de cadeira de dentista. E imagina se eu ainda tivesse medo deles?
Já estava me despedindo deste post pra ir comer um chocolatezinho e lembrei da resina que troquei do dente. São 48 horas sem comer nada escuro... ômeudeus. Bom, tem que ser, que seja. Semana que vem tem mais: mais post e mais dentista. Duas coisas que andam me rondando ultimamente.
Vixe, prometi um cd com musicas bacaninhas pra ele. Xeu ir fazer
O que fica de tudo isso: deixo um sorriso colgate pra vc.
Inté.
X.

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