Fortaleza está mesmo se tornando uma metrópole abarrotada de carros. Longe de ser Sampa, mas já dá umas cacetadas!Eu não tenho muito que reclamar, pois meus itinerários até que são lights. Também, moro em um local central pra tudo que eu quero fazer e o grande barato mesmo é poder morar perto do trabalho. Se eu trabalhasse no Timbó 3, claro que moraria lá! E eu ,então, que vivo saindo de um lugar para o outro e que adoro uma siesta...
Apesar de, vezenquando, pegar um transitozinho, tem aquelas ruas que adoramos passar por ela. A Padre Antônio Thomaz é a minha preferida. Bom, pra quem ainda não se localizou no texto, trabalho na Whashington Soares (que terá seu espaço aqui, já já) e transito num triângulo que tem nas duas pontas o Dionísio Torres e as Dunas. No meio, tem a Pe. Antônio Thomaz. Acho a avenida com a cara de Fortaleza. Não tem o chafurdo da Santos Dumont, a imponência da Dom Luiz e a feiúra da Pe. Valdevino. Que por sinal, ô rua uó! A Wahsginton Soares só me vê até o Iguatemi. Lá na Mormaço, entro à direita e vou por dentro até o Centro de Convenções. O problema é se meu carro der o prego. Num tem uma alma viva perto! Mas o trânsito é uma beleza.
Tudo bem, vou sair da Aldeota pra falar da Bezerrona de Meneses. Ou como ZéPlá diz: Carneiro de Menezes. Segundo o mesmo, o Mc Donald´s da Bezerra fechou porque não vendia hambúrguer de carneiro! Tenho a “sorte” de só transitar por ela quando vou visitar minha mãe. E claro que escolho os melhores horários pra passar pela avenida que um dia abrigou o Disco Burguer, as Irmãs Andrade e o Steak House. E olha quando chega perto do Instituto do Cegos, a gente quer sair do carro e ir correndo. Ô coisa devagar, nem. Um dia, tentei ir pra minha mãe pela Leste-Oeste, passando ali pela Copacabosta. Errei a entrada e fui bater no Pirambas. Percebi que logo depois da escola de Aprendizes, só tem duplex. Todas as casas tem sobrado. Isso, à beira-mar, nem em Maçaxuxetis-EUA.
Lembrei de outra rua que gosto: a Godofredo Maciel, na Marapomba. Quando você sai do Montesão apertado e ela surge, a sensação é indescritível. Vixe, daqui a pouco tô em Maracanaú: uma cidade em pelo desenvolvimento (segundo o RFalcão).
O que ficou de tudo isso: eu não gosto muito de dirigir, aí eu fico inventando que gosto das ruas para me enganar.
Inté.
X.
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