domingo, 2 de janeiro de 2011

Nada, nada, nada, nada....

Tenho dormido muito desde o início das festas. Ontem, por exemplo, passei a manhã e tarde de pernas pro ar. Hoje, o caminho parece ser o mesmo. Há algum tempo estaria inventando algo pra fazer: pintar, arrumar a casa, ver vídeo, ler, sair... Por falar em sair, logo no começo de dezembro, quando as minhas atividades profissionais começaram a reduzir, fui ao centrão comprar uma caixa de som. E eu preciso de caixa de som? Tenho 4! Só o verme de sair de casa. Todo mundo tem dessas coisas, mas com caixas de som, acho que só eu. Vou entrar no "orkut" pra saber disso.
Aí, assistindo a uma matéria em algum lugar, me deparei com o Nadismo. Pense aí o que seja isso...
O Nadismo oferece a oportunidade rara e preciosa de parar de verdade e fazer absolutamente nada. É isso mesmo, existem estudiosos na área. A filosofia prega que, ao desfrutarmos de momentos sem fazer nada, passamos a viver melhor, mais tranquilos, saudáveis e felizes. Tudo começou em Londres e chegou ao Brasil em 2006. Parece que no Ceará não existe um grupo organizado de nadistas. No Brasil, existem vários.
O Nadismo mexeu comigo. Fiquei pensando dias e dias sobre isso, inclusive porque andei estudando sobre o lazer. O lazer é aquilo que se faz quando se tem tempo livre. Se nos enchemos de coisas pra fazer, nunca temos tempo livre. Os aniversários viram obrigações, a missa do domingo vira um sacrifício, a praia torna-se uma tortura... Daí, as doenças do corpo e da alma, a depressão, o estresse, a angústia.
Procuro exercitar o lazer e, agora, com um bom pockemon evoluído que eu sou, quero direciornar-me para o Nadismo.
Sei que estou escrevendo sobre influência de dias de excessos, canseira e correria. Mas, espero que escrevendo o Nadismo fique melhor gravado da minha memória.
Ô preguiça, visse?
O que ficou de tudo isso: uma coisa que tem cheiro de nada, tem cheiro, né?
Inté.
X.

Um comentário:

Anônimo disse...

menino, gostei disso... se fosse um FACE eu clicava em " CURTIR " huahuah''

=]