- Ana? Tudo bem? Aqui é o Lauro. Liguei pra gente dar uma saidinha, sei lá... Vai ver filme com o namorado? Falou. Depois a gente se fala.
- Ahh! Que coisa Bia, fique bem da sua perna.
- Alô, é a Clarice. Clarice? Alô? A ligação tá péssima. Alô? Alô?
- Daisa? Desculpa Ellenzinha, me confundí...
- Neném, chama um adulto, por favor. Oi Fernanda. Você já tem três filhos?
- Olá, Geórgia. Não, pra forró, não!
- Heleninha?
- Por favor, tem o seu nome, Iris, na minha agenda. De onde a gente se conhece mesmo? Sei, você foi minha faxineira.
- Diz Joyce!
- Esse telefone não é mais da Karine?
- Mas quando foi que você fez redução do estômago Lília? Sucesso, viu?
- Martiiiiiiinha. Eita, desligou na minha cara.
- Nádia?
- Pat? Caixa postal...
- Querida! Há quanto tempo!
- Renata, escuta, eu prometo que não vou só te usar.
- Oi Silvinha. E aí? Tá noutra é?
- Alô? Teca? Tá em Londres? Bacana. Pois depois a gente se fala, então.
- Ok Úrsula. Entendo...
- Que voz é essa Vanessa?
- Ooooooooooooooi Xênia
- Zazá? Ah! Morreu foi? Nossa...
...
- Alô, Mãe? Liguei só pra dá um alô. Beijo, viu?
O que ficou de tudo isso: como nada se cria, tudo se copia, este texto é uma adaptação do que eu acabei de ver no Cilada. Homenageei minhas amigas!
Inté.
X.
Um comentário:
esse celular tá demais visse.
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