sábado, 6 de junho de 2009

Cheiro verde

Se o mundo se acabar por conta do aquecimento global, a minha parcela de culpa é menor que 50%. Tenho feito o dever de casa bem direitinho. Já falei até isso pra você. Claro que, às vezes, eu alopro e o buraco de ozônio em cima da minha cabeça aumenta uns 4,8 Km, em média.
Sei que isso não é brincadeira e nem especulação do Greenpeace, mas Fortaleza tá chovendo como nunca e eu não sei não... É difícil presenciar algum ato biocompatível de pessoas ao meu redor. Talvez sejam como eu: falam pouco do assunto por ser demais “cabeça”. Se não fala, pelo menos ajam meus queridos. Vejam os meus progressos:
- Mijo durante o banho (não somente, claro) pois saiu no Fantástico que não há problema algum em relação às intercorrências sanitárias. As mosquinhas pretas não têm relação com isso;
- Ajustei, FINALMENTE, a descarga da "sintina"para sair bem pouquinha água. Alguns submarinos necessitam de uma apertadinha (da descarga) adicional;
- Continuo separando o lixo orgânico do seco. Só não faço lavar as embalagens;
- Quanto ao uso de álcool no carro, confesso que é duro pra eu fazer isso. Meu carro fica péssimo. Acredita que eu cheguei a trocar uma bateria pensando que o carro estava “morrendo”? Na verdade, era só o etanol fazendo o bicho inguiar;
- Juro que tenho apagado as luzes da casa que estão sem serventia (eita que palavra antiga);
- Recorto dos os papeis inúteis para as minhas atividades acadêmicas, faço blocos de anotações e distribuo-os com colegas. Vai rolar aí uma microempresa;
- Quando o preço permite, compro produtos com certificação verde. O negócio é que eu sou impaciente com supermercados. Procurar produtos é um sufoco pra mim. No fundo, os bichos são bem mais caros.
- E ultimamente, vê que lindo, coloquei a página do Google preta. O povo diz que gasta menos energia...
O que ficou de tudo isso: o sertão tá virando mar... Eu, heim!?
Inté
X.

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