Comprei minha primeira câmera há bem pouco tempo com finalidade exclusivamente profissional. Não, não sou o Jorge Tadeu (qual era a novela mesmo?), nem a Mericy (uma fotógrafa que andava nos guetos da minha pouca idade) e muito menos seu Matias (eita!), mas preciso registrar algumas cenas profissionais pra eu ser um profissa bacana. Daí, comprei uma Cybershot, 7.2 megapixels, full hd 1080, double anti-blur, super steady shot + ISO3200 (a foto do post não foi tirada no Ninho de Pássaro – Pequim. Foi em São Luiz!). O que significa tudo isso eu não sei, mas que a bicha é o raio, é! Pense num negócio bacana. ZéSérgio foi quem trouxe pra mim lá do Leste Europeu. Acho que custou umas 4.989.234.667,00 narjaras turetas. Mais barata que aqui. No começo batia (é o novo) retrato (é o novíssimo) até de pedra no mei da rua. Agora, dá uma preguiça...
Mas eu entrei neste assunto para declarar o meu repúdio aos fotomaníacos. Ninguém mais conversa, é só foto. Ninguém mais sente o clima do lugar, é só foto. Ninguém mais se diverte, é só foto. Oquei, sou de outra geração, mas vamos combinar que tem hora que enche o saco. Teve uma festa que posei mais que conversei. Outra que estava com seis câmeras na mão pra tirar foto dumas amigas. Ah! Tem mais, tirei umas oito fotos com cada câmera, porque as bonitas se achavam gordas nas fotos que eu tirava. Eu agüento?
Penso que foto e pinta têm limites.
Uma fotinha ali, outra aculá não faz mal. Eu até que me tornei o JR Duran do trabalho ( http://br.youtube.com/watch?v=HyNVyrDsCsU ), mas tenho procurado fugir desta loucura social fotográfica. E ainda tem mais: estou com os dentes amarelados, a cara cheia de óleo e cada vez mais minha face fica assimétrica!
Às vezes me dá uma saudade quando uma câmera tinha um filme só de 12 poses...
O que ficou de tudo isso: achei uma foto com o Flavim. Nós dois bem novim, na época que a gente era bem danadim. Né Moésia?
Inté!
X.
Um comentário:
Cadê ????
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